21 de nov. de 2014

6 de out. de 2014

Obrigado, meus amigos! É possível Fazer Diferente!


Uso este espaço para agradecer a toda a população de Água Nova, seja ela da zona rural ou urbana, pelos 114 votos obtidos para o deputado estadual, Kelps Lima, reeleito. Quero dizer ainda que, valeu pela experiência obtida, pelo aprendizado que tivemos, pela participação do povo de Água Nova que entendeu e que deu sua contribuição apoiando essa causa tão justa que é o projeto para inserir a juventude na política potiguar. Agradeço também aos companheiros que nos deram suas contribuições, a turma sítio do papai e UDC que fizeram essa campanha.

Desejo aos 24 candidatos escolhidos que lutem e não meçam esforços, e nem se curvem diante das dificuldades que poderão enfrentar pela frente. Quero convocar a todos os jovens, e me incluo nesse meio, para que militem e participem mais da política em todas as suas formas. Agradeço a todos os nossos amigos e simpatizantes que votaram e acreditaram em nós, e dizer que, vamos ajudar na construção de um RN mais justo e desenvolvido. Muito obrigado a todos.

17 de set. de 2014

Geração de valor: Não tenha vergonha!


Não tenha vergonha de dizer que acredita no seu futuro, que deseja trabalhar muito para vencer, que deseja construir uma família, que é fiel em seu relacionamento e que acredita no Brasil, apesar de todos os seus problemas.

Não tenha vergonha de dizer que devolve um troco errado, que é uma pessoa de palavra, que não sonega impostos e que acredita no ser humano, apesar de algumas decepções já vividas.

Não tenha vergonha de dizer que você está bastante entusiasmado com seus projetos, que acredita que fará diferença na vida de muitas pessoas, que acredita que pode contribuir com a mudança do mundo, melhorar a vida de muitas famílias e deixar um legado para as próximas gerações.

Por incrível que pareça, com a crescente inversão de valores presente nesta sociedade hipócrita, todos esses atributos nobres acabaram se tornando ultrapassados, cafonas e piegas.

Os que têm a coragem de assumir esse estilo de vida publicamente geralmente são alvo de chacotas, além de serem tachados de bitolados e bobalhões, já que os “descolados” e “espertos” de plantão costumam ter um comportamento bem diferente.

Se você costuma ser alvo dessas críticas por causa dessas escolhas, parabéns! É sinal de que você está no caminho certo. Além disso, prepare-se para, daqui a alguns anos, receber alguns desses descolados em seu escritório, carregando aquele típico sorrizinho amarelo nos lábios para lhe pedir um emprego.

30 de ago. de 2014

O Brasil dormiu Dilma Rousseff e acordou Marina Silva!


O Brasil dormiu Dilma Rousseff e acordou Marina Silva nos últimos dias com a reviravolta nas pesquisas eleitorais. Há quem diga, inclusive, que o próprio Lula quer continuar dando seus pitacos diários num eventual governo presidido por Marina.

No andar da carruagem, com mais 10 dias Aécio ultrapassa DILMÃO e vai com Marina para o segundo turno! O PT está morto e a era Petrallha chega ao fim! A Dilma está igual ao pessoal da orquestra do Titanic, tocando e dançando, enquanto o navio afunda...

Avante, Brasil!

9 de ago. de 2014

Para onde vão os 10% da educação?


Segundo o Jornal O Estado de São Paulo, hoje temos no Brasil mais de 2 milhões de professores da educação básica – cerca de 35% nas redes estaduais e 65%, nas municipais. Levando em conta os contratos de dupla jornada, é quase o dobro do que precisamos, tendo em vista que há apenas 1,5 milhão de turmas. E ainda temos a perspectiva de aumento de vagas na educação infantil. Ao custo médio atual, essa conta gira em torno de R$ 60 bilhões por ano, o que representa quase 3% do PIB.

Há, igualmente, uma conta de professores inativos, que anda por volta de R$ 30 bilhões/ano, cerca de 1,5% do PIB. Mesmo sem aumento de salários, nos próximos 15 anos essa conta vai para 2% do PIB. Para pagá-la não há dinheiro do Fundeb e na maioria dos Estados e municípios não existe um fundo de pensão, ou provisão especial, ou ainda recursos orçamentários próprios. Mais cedo ou mais tarde, Estados e municípios vão passar a conta para a viúva, que, por sua vez, tomará dinheiro dos contribuintes, se ainda houver o que deles tirar.

Pela legislação vigente, professores aposentam-se com 25 anos de serviço, em média vivem outro tanto e, normalmente, recebem os mesmos benefícios e aumentos dos profissionais da ativa. Pelo andar da carruagem demográfica, e com um esforço de eficiência e racionalidade, poderíamos reduzir nosso plantel a um total máximo de 1,5 milhão de professores da ativa. Nos próximos anos, portanto, poderemos ter um contingente aproximado de 1,5 milhão na ativa e igual total de aposentados.

Suponhamos que, nos próximos anos, os governos aumentem em 50% o salário dos professores e esse valor caiba dentro do valor do Fundeb. Isso representará um incremento de 1% do PIB na conta dos aposentados. Se o salário dos professores da ativa dobrar, significará 2% em cima de uma conta que hoje já não fecha. A conclusão é simples: para melhorar os salários da categoria hoje atuante é preciso desenvolver políticas inovadoras e diversificadas que contemplem de forma diferenciada o contingente de ativos e inativos no presente e ambas as categorias no futuro. E isso não deverá ser feito a expensas das futuras gerações de crianças, como ocorre hoje.

A maneira simplista de lidar com esse tipo de questão é empurrá-la para debaixo do tapete, como se tem feito desde a Lei do Piso. Ou apelar para a retórica e dizer que basta vontade política, pois recursos não são problema. Político gosta muito de trocar pneu com o carro andando. Mas em educação as coisas não funcionam assim. Se está claro que o futuro do País depende de professores bem remunerados, é preciso um debate sério para decidir como resolver essa questão. E não é hipotecando metade dos presumidos novos recursos para pagar aposentados.

Sabemos que períodos eleitorais não são, por natureza, bons momentos para descer a detalhes e muito menos tomar medidas revolucionárias ou receitar remédios amargos. Nesse terreno não há Tiririca, se deixar como está, pior fica. Mas a ocasião permite ao menos pôr a discussão no prumo certo. E algumas provocações podem interessar àqueles que se dizem defensores dos interesses das crianças.

A primeira, portanto, que merece toda a atenção, é a dos recursos. Quem vai pagar a conta? Estados e municípios não têm dinheiro para enfrentar o contingente de aposentados que vem por aí. Quem promete isso não cumprirá se a equação ficar do jeito que está.

Segunda questão: Estados e municípios não podem continuar com as políticas e regras atuais relativas a tempo de serviço, horas de trabalho, fundos de pensão sem fundo. Mas essas regras dependem de iniciativas do Executivo ou do Congresso para mudar. Onde estão os interessados nos interesses das crianças? Alguém está disposto a rever o Plano Nacional de Educação e as ineficiências que ele se propõe a aumentar?

Terceiro, não há recursos para criar carreiras atrativas para os professores de que precisamos e, ao mesmo tempo, repassar os mesmos benefícios para o atual plantel e para os inativos. É preciso propor políticas diferenciadas, regras de acesso e de transição. Só assim os governos farão justiça às futuras gerações. Alguém já fez as contas e andou pensando nisso?

Quarto, ao pensar em políticas diferenciadas e novas carreiras é preciso levar em conta a expansão do ensino infantil, a expansão do ensino em tempo integral e a viabilidade de novas formas de agrupamento de alunos e formação de turmas em face das novas tecnologias. Também será necessário pensar em formas diferenciadas de acesso ao magistério e em carreiras diferenciadas e de duração determinada, como já se faz para serviços civis nas Forças Armadas. Se medidas como essas forem implementadas de forma consistente, a conta pode fechar.

Crianças não votam. Criar carreiras atrativas para professores e ao mesmo tempo fechar a conta são desafios para gente que pensa grande, para líderes políticos de grande envergadura. Esta pode ser uma excepcional oportunidade para governantes com visão de estadista transformarem limão em limonada. E também para professores bem preparados e que se consideram mal remunerados terem acesso a carreiras interessantes.

O Brasil ainda não começou a verdadeira reforma educativa. É preciso dar o primeiro passo com a criação de carreiras para atrair e manter jovens talentos no magistério. Dos que estão hoje na corrida eleitoral, alguém se habilita a realizar um debate consequente?

5 de jul. de 2014

Política, religião e futebol: por que não discutir?


Política, religião e futebol: por que não discutir? E na minha opinião, esse provérbio é um erro, um reflexo de um de nossos maiores defeitos culturais: essa aversão ao conflito, a falar o que pensamos. Com exceção do futebol, que para mim é uma discussão não tão importante, o resto deve sim ser discutido.

As pessoas pensam que não podemos discutir esses 3 assuntos simplesmente porque são coisas em que devemos respeitar (ou fingir respeitar) a posição dos outros sem falar sobre isso. Como as pessoas formam sua ideologia política e sua religião? Da mesma forma que escolhem o time de futebol para o qual torcem: na infância, pela influência dos pais e de outras pessoas e acontecimentos DO MOMENTO. O problema é que dificilmente vão mudar, aconteça o que acontecer. É o que chamamos de CRENÇAS ARRAIGADAS. E para mim, um dos maiores problemas do mundo.

Poucas pessoas têm a mente aberta e pesquisam sobre várias religiões antes de chegar a uma conclusão de “qual é a melhor”. A maioria tem uma definida na infância, talvez definida há séculos por seu tatatatatataravô, e ficam presas a isso por todas suas vidas. Aí elas justificam sua escolha com esse papinho de que “cada um tem a sua, não existe religião melhor”. Dessa forma, não precisam discutir racionalmente os prós e contras de sua religião. Falam que religião é uma coisa de emoção, de sentir, de fé, e não de razão. Para mim, uma grande bobagem: como você vai definir uma coisa que influencia toda sua vida, todas suas atitudes, desse jeito? Sem base nenhuma?

E se “cada um tem a sua”, porque os religiosos costumam julgar tanto os que são de outras crenças ou mesmo os ateus?

Aí vemos um problema do brasileiro médio (e talvez das pessoas em geral): ele não vê alternativa entre respeitar e concordar com tudo que uma pessoa pode pensar de diferente dele ou entrar em guerra com essa pessoa.
*Observador Político.

13 de jun. de 2014

A direita protege a família. Já a esquerda...


Você já observou como os políticos de esquerda procuram fazer tudo ao inverso? Protegem os bandidos ao invés das vítimas inocentes. Tem comissões de "direitos humanos" que mandam representantes para assistir os bandidos mas nunca as famílias dos policiais que morrem em combate assim como as vítimas. Dão indenizações milionárias para subversivos terroristas e nada para os que lutaram na defesa da lei.

Procuram a inversão de valores como a regra e colocar uns setores da sociedade contra os outros, como negros contra brancos (lei das cotas); pobres contra ricos; produtores rurais contra MST; hétero contra homossexuais; dão abrigo a assassinos estrangeiros procurados, como o caso do Battisti, condenado por quatro assassinatos na Itália e a esquerda brasileira o protege por aqui e ainda nós pagamos a conta, e outras aberrações.

A direita protege a família.
A esquerda protege os criminosos.